Folar folhado em flor


No ano passado este folar andou a piscar-me o olho mas não consegui ter tempo para o fazer. Já tinha provado e sabia que era deliciosamente perigoso porque come-se sem se dar por ela. Na altura, a jornalista Clara de Sousa, fez na sua página de facebook uma autêntica campanha ao folar de Olhão e era impossível não ficar com vontade de pôr a mão na massa! Eu já conhecia,  do blogue Figo Lampo, onde a Margarida explica tudo mais que bem explicadinho. É uma tentação! Mas é coisa para se fazer com tempo porque a massa não quer pressas e precisa de levedar bem para o resultado ser perfeito. Há várias receitas, algumas levam erva-doce e mel, outras apenas canela. O resultado deve ser igualmente bom. Ao contrário do que se possa pensar, não fica excessivamente doce porque a massa não leva açúcar. Tal como o folar de Olhão em camadas [cuja experiência e receita partilhei no facebook], o resultado final depende muito da quantidade de margarina que usarmos. Se usarmos pouca, o folar ficará mais seco e não vai formar o caramelo tão característico. Mas é tudo uma questão de gosto! 
Já fiz esta receita de várias formas mas a que mais gostei foi deixar levedar a massa na máquina de fazer pão, moldar o folar e deixar levedar novamente. A massa fica mais fofa do que amassando na bimby e deixando levadar no modo tradicional. A diferença não é enorme mas é alguma. 
Ingredientes:
(receita adaptada do livro da Bimby, Receitas do Algarve)

Massa:
1 kg de farinha T65 com fermento
11 g de fermento de padeiro seco 
sumo de 2 laranjas
1,5 dl de água
1 cálice de aguardente
1,5 colher de chá de sal
1 colher de chá de açúcar
125 g de margarina
125 g de banha

Recheio:
200 g de açúcar
30 g de canela
margarina

Preparação:
Dissolva o fermento com a água, junte a banha e a manteiga derretidas, o sal, o açúcar, a aguardente e o sumo de laranja.
Deite a farinha numa taça, faça um buraco no meio e junte os líquidos. Mexa e sove até obter uma massa que se solta das mãos e da taça. Deixe levedar em locar morno, tapado com uma manta de lã.

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Unte generosamente com manteiga, uma forma redonda sem buraco.
Divida a massa em 7 pedaços iguais. Estenda em formato de retangulo e pincele com margarina derretida. Polvilhe com a mistura de açúcar e canela e distribua alguns pedacinhos de margarina (do tamanho de uma ervilha).
Dobre as pontas da massa para o centro. Coloque mais um pouco de açúcar e margarina. 
Enrole e coloque na forma.  
Repita até terminar a massa, encostando os vários rolos, uns aos outros.
Pincele por cima com mais margarina e polvilhe com açúcar e canela. 
Deixe levedar novamente, tapado com uma manta de lã, durante 3 horas, até duplicar de tamanho.
Leve ao forno a 190º, durante 1 hora.
Desenforme ainda quente. 

Se preferir fazer a massa na máquina de fazer pão, basta usar a regra normal de colocar primeiro os líquidos e só depois a farinha. Neste caso, como é muita farinha, deve juntar-se primeiro metade e depois ir acrescentando à medida que os ingredientes vão ficando incorporados. Selecionar o programa de massa e deixar levedar até ao fim. 
Depois, proceder de forma igual ao explicado anteriormente.
Encontrei aqui um vídeo que pode ajudar a perceber como se enrola a massa. 

Muffins de cenoura {sem açúcar}

Bolos sem açúcar. Acreditam que só por isso o senhor cá de casa nem se atreveu a provar?! Nem sabe o que perdeu! 
Para mim, as dietas são sempre difíceis mas aquele terrível momento em que chego a casa ao final do dia, quando sinto que finalmente estou em território sagrado, quando parece que por magia os problemas e as dificuldades do dia ficam da parte de fora da porta, é o pior! Neste momento de descompressão, a primeira paragem [cozinha] torna-se um autêntico desafio apesar de haver normalmente gelatina [sem açúcar], no frigorífico, para os momentos de fraqueza.
É por isso que sigo tantas páginas que inspiram, tantas histórias que me lembram que é possível, basta querer! Foi precisamente uma dessas pessoas inspiradoras, a Catarina Beato do blogue Dias de uma Princesa, que publicou recentemente o livro Dieta das Princesas [se não conhece, espreite a descrição da Clavel e vá a correr comprar!], que partilhou no Instagram uma fotografia de um bolo de cenoura que me ficou na memória. Aquele ar de bolo húmido como eu adoro, sabendo que não tinha açúcar e era feito apenas com ingredientes no seu estado puro. Tinha que experimentar! E ainda bem que o fiz porque é realmente bom sentir o sabor, a textura dos ingredientes que escolhi. A aveia integral, as amêndoas com casca, as tâmaras e as passas. A cenoura e a banana que estava ali abandonada na fruteira. Tudo isto, com uma colher de iogurte grego. Maravilhoso! Vou repetir em breve!
Ingredientes para 10 muffins:
2 cenouras grandes, cruas
1 chávena de flocos de aveia integrais
1 chávena de amêndoas com pele 
1 chávena de passas
5 tâmaras
1 banana madura
1/2 chávena de óleo de amendoim

Rale os flocos de aveia num robot de cozinha. Deite numa taça.
Pique as amêndoas até ficar com uma farinha. Junte à aveia. 
Pique as cenouras, as passas, a banana e as tâmaras. Junte com os restantes ingredientes e mexa até obter uma massa.
Leve ao forno médio (200º) em formas de queques, durante 30 minutos.
Desenforme, deixe arrefecer e sirva com iogurte grego natural.
Ramequins Wave by Pyrex


Pequenos almoços saudáveis {as receitas}

O pequeno almoço é a refeição que mais gosto! 
Nem sempre é possível fazê-lo com calma mas há coisas que podemos deixar preparadas à noite ou até mesmo, usar a noite a nosso favor e deixar o pequeno almoço a ser preparado [overnigth oats]. 
Esta refeição deve ser completa, variada e com alimentos dos vários grupos alimentares, hidratos de carbono, fruta, legumes e proteínas. Preferencialmente, devemos escolher hidratos de carbono de absorção lenta, como os cereais integrais [aveia, cevada, quinoa, trigo, espelta]. 
Quem me segue no Instagram, tem visto que tenho publicado estas fotografias. São um vício! E têm-me perguntado as receitas por isso, resolvi fazer um post com algumas das que mais aparecem por lá.

Porridge de quinoa:
2 colheres de sopa de quinoa
1/2 copo de água
1/2 copo de leite magro
1 pitada de sal
1 pau de canela
adoçante natural (passas ou 2 tamaras ou 3 alperces, cortados em pedacinhos ) 

Coloque a quinoa num coador e lave-a bem com água corrente. 
Deite a água e o leite num tacho, junte a quinoa lavada e escorrida e os restantes ingredientes. 
Deixe cozinhar durante cerca de 15-20 minutos, até estar cozida. 
Solte-a com um garfo. 
Sirva a quinoa com puré de maçã, iogurte grego natural e fruta fresca.
Pode adoçar também com xarope de ácer (maple syrup).

Porridge de aveia ou de cevada:
2 colheres de sopa de flocos de aveia/cevada
1/2 copo de água
1/2 copo de leite magro
1 pitada de sal
1 pau de canela ou 1 estrela de anis
adoçante natural (passas ou 2 tamaras ou 3 alperces, cortados em pedacinhos ) 
fruta ralada (banana, maçã, pera)
 
Coloque todos os ingredientes num tacho e deixe cozinhar durante 10 minutos, mexendo de vez em quando. 
Sirva com fruta fresca e/ou iogurte grego natural.
Pode polvilhar com sementes torradas (sésamo, girassol) ou frutos secos (amêndoas, nozes ou avelãs).

Overnigth oats:
São o pequeno almoço perfeito para os dias da semana, em que o tempo não chega para preparar pequenos almoços muito elaborados. Pode ser feito numa taça mas fica muito mais apelativo em frascos de vidro pois assim, além de permitir deixar o frasco fechado durante a noite, é maravilhoso ver as várias camadas depois de pronto.

2 colheres de sopa de flocos de aveia
1 colher de sopa de sementes de chia
2 colheres de sopa de leite
1 iogurte (natural, grego, de aroma, de pedaços)
fruta fresca

Deite os flocos de aveia e as sementes de chia no frasco. Misture o leite com o iogurte e deite por cima das sementes. Estas irão absorver o líquido durante a noite e na manhã seguinte estarão macias e saborosas. 
Tape e deixe no frigorífico durante a noite. 

Pode juntar o topping (fruta) à noite ou de manhã. 
Veja aqui mais sugestões.

Caça aos ovos da Páscoa e a Lenda do Folar


Quem me conhece e sabe como sou mãe galinha, com uma paciência de Jó, imaginação para programas de miúdos e sempre com a casa cheia de criançada, nem imagina que nem sempre foi assim. 
Sou filha única, de uma família não muito grande e portanto, com muito poucos bebés. A minha ligação a estes seres era pouca ou nenhuma. Depois de casar, quando confrontada com a típica e simpática observação "Então? E agora quando vem o bebé?" escapulia-me e soltava respostas vagas como "Ah, é para o ano!". O problema é que o para o ano nem sequer estava nos meus planos, nos nossos planos. Estavamos habituados a viver um para o outro, a fazer o que queríamos, quando queríamos e esta decisão tão importante andava a ser adiada. 
Até que... plimmm! A estrelinha veio, sem se planear. E quase de imediato, com a estrelinha, veio este sentimento indescritível que aumenta de dia para dia. Um amor infinito que me faz fazer coisas que nunca me passariam pela cabeça. E hoje é uma desses dias. Dia de Caça aos ovos da Páscoa! 
Falta o sol para ser perfeito!
Reunidas as tropas, vamos pôr a mão na massa, preparar um folar para o lanche e pintar uns ovos. Depois, é procurar os que estão escondidos! Festaaaa!!!

Encontrei a Lenda do Folar da Páscoa aqui, e achei giro para lhes contar! 
" A lenda do folar da Páscoa é tão antiga que se desconhece a sua data de origem. Reza a lenda que, numa aldeia portuguesa, vivia uma jovem chamada Mariana que tinha como único desejo na vida o de casar cedo. Tanto rezou a Santa Catarina que a sua vontade se realizou e logo lhe surgiram dois pretendentes: um fidalgo rico e um lavrador pobre, ambos jovens e belos. A jovem voltou a pedir ajuda a Santa Catarina para fazer a escolha certa. Enquanto estava concentrada na sua oração, bateu à porta Amaro, o lavrador pobre, a pedir-lhe uma resposta e marcando-lhe como data limite o Domingo de Ramos. Passado pouco tempo, naquele mesmo dia, apareceu o fidalgo a pedir-lhe também uma decisão. Mariana não sabia o que fazer.
Chegado o Domingo de Ramos, uma vizinha foi muito aflita avisar Mariana que o fidalgo e o lavrador se tinham encontrado a caminho da sua casa e que, naquele momento, travavam uma luta de morte. Mariana correu até ao lugar onde os dois se defrontavam e foi então que, depois de pedir ajuda a Santa Catarina, Mariana soltou o nome de Amaro, o lavrador pobre.
Na véspera do Domingo de Páscoa, Mariana andava atormentada, porque lhe tinham dito que o fidalgo apareceria no dia do casamento para matar Amaro. Mariana rezou a Santa Catarina e a imagem da Santa, ao que parece, sorriu-lhe. No dia seguinte, Mariana foi pôr flores no altar da Santa e, quando chegou a casa, verificou que, em cima da mesa, estava um grande bolo com ovos inteiros, rodeado de flores, as mesmas que Mariana tinha posto no altar. Correu para casa de Amaro, mas encontrou-o no caminho e este contou-lhe que também tinha recebido um bolo semelhante. Pensando ter sido ideia do fidalgo, dirigiram-se a sua casa para lhe agradecer, mas este também tinha recebido o mesmo tipo de bolo. Mariana ficou convencida de que tudo tinha sido obra de Santa Catarina.
Inicialmente chamado de folore, o bolo veio, com o tempo, a ficar conhecido como folar e tornou-se numa tradição que celebra a amizade e a reconciliação. Durante as festividades cristãs da Páscoa, o afilhado costumam levar, no Domingo de Ramos, um ramo de violetas à madrinha de batismo e esta, no Domingo de Páscoa, oferece-lhe em retribuição um folar."

Vamos ter uma tarde animada!

1. Ovos de salame de chocolate
2. Mini folares enrolados
3. Amêndoas de canela e chocolate
4. Folar tradicional

Atum à Brás com couve lombarda [carbon-free]


Os dias bons de sol estão finalmente aí e estas mini-férias vão saber que nem ginjas! O sol, finalmente o sol apareceu e espero que venha para ficar. Nestes dias, vou tentar fazer magia e duplicar o meu tempo para conseguir passear, correr, dar uma mãozinha à Mãe que continua em recuperação da clavícula, brincar com o meu príncipe e fazer algumas receitas que estão em espera há imenso tempo.
Para quem anda a fazer dieta ou apenas a tentar limitar o consumo de hidratos de carbono, esta receita é mais que perfeita!

Ingredientes:
1/2 couve lombarda
1 lata de atum
2ovos
1 alho francês grande
1 dente de alho
salsa e tomate para enfeitar
1 colher de sopa de azeite
sal, pimenta e noz moscada

Corte o alho francês em rodelas e a couve em juliana.
Deite o azeite num tacho e junte o alho picado e o alho francês cortado.
Deixe cozinhar em lume brando, mexendo para não agarrar, até que o alho esteja macio.
Junte a couve lombarda, tape e deixe cozinhar até ficar cozinhada "al dente".
Deite o atum num escorredor e passe por água bem quente para retirar toda a gordura.
Esprema e junte-o à couve.
Numa taça, bata os ovos e tempere com sal, pimenta e noz moscada.
Deite os ovos por cima da couce e do atum e mexa até estarem cozinhados.
Sirva decorado com salsa e tomate cereja.


Workshop para Homens {e não só!}

Desde que comecei esta aventura de partilhar de uma forma mais próxima aquilo que faço no blogue, já perdi a conta ao número de workshops que dei. Já passei por vários sítios, conheci imensas pessoas bonitas e no final, quem sai a ganhar sou eu porque esta proximidade é mesmo muito especial!
Aceitando um desafio de uns amigos, lancei eu própria o desafio à Quinta do Ribeiro, que lançou por sua vez o desafio ao Monte da Raposinha. Os astros alinharam-se e aconteceu o [primeiro] Workshop para Homens na Quinta. Sim, digo o primeiro porque os participantes já pedem o próximo. Fica prometido, em Maio, repetimos a aventura! 
A Quinta do Ribeiro datada do século XVII, fica em Antuzede, a apenas cinco minutos de Coimbra. É um espaço tranquilo, com uma envolvência que não deixa indiferente quem por lá passa. Eu fiquei encantada desde o primeiro momento e esse encantamento aumentou mais ainda depois de conhecer o staff. Somos recebidos com uma simpatia e atenção, com tantos mimos que nos sentimos em casa. Talvez por isso, um workhsop que normalmente terminaria às 14h, prolongou-se acabando por chegar quase à hora do lanche!
Perdoem-me os participantes de todos os outros workshops mas este foi, definitivamente, o mais divertido. Perguntas como "lume brando? O que é isso?" ou comentários do género "Ah... é agora muito azeite! As mulheres é que têm a mania da comida mais saudável!" faziam soltar gargalhadas e sorrisos de todos. E a verdade é que eles estavam realmente interessados! 
Ao meu lado tive o senhor cá de casa, que apresentou o prato de bacalhau que mais gosta e que tão bem sabe fazer. Ainda deu algumas dicas sobre bacalhau, explicou como o local de captura influencia a qualidade do bacalhau e ensinou alguns truques de como escolher sempre um bom peixe.
A Carolina andou sempre de máquina na mão, a captar momentos animados... e foram muitos! Mais uma vez, o resultado foi o que se vê! Uma tarde fantástica! Eu sou suspeita mas vá lá espreitar os trabalho dela!
Não posso deixar de agradecer ao João Nuno, que teve a simpatia de apresentar e dar a provar o seu vinho e que, diga-se de passagem, contribuiu para a muito boa disposição de todos! 
Já espero ansiosamente o próximo!
 

Bolo de Amêndoas {Tosca Torta}

Trabalhar a partir de casa "é bom, tem imensas vantagens, mas também exige uma disciplina quase militar". Estas palavras são da Sofia mas leio-as e sinto-as como minhas. No meu caso, que trabalho por turnos, a rotina anda sempre às voltas e voltas, arrastando toda a família na montanha russa. É preciso estar sempre a organizar, a tentar encontrar a melhor forma de conseguir fazer tudo o que preciso e conciliar o trabalho com as tarefas domésticas, o blogue e os workshops [a parte de trabalhar a partir de casa].
Ter as manhãs livres dá para fazer imensas coisas, com mais tranquilidade, dá para ir às compras quando ainda está tudo fresco, dá para tomar o pequeno almoço calmamente e dá para preguiçar mais cinco minutos na cama em conchinha com o pequenino. Mas se não "me" imponho alguma disciplina e regras, a manhã passa sem que tenha dado por ela. Tomar o pequeno almoço longe do computador, arranjar-me como se fosse trabalhar e planear as compras do dia antes de sair de casa. Tenho que dizer Não! à preguiça ou temos problemas!
Apanhar os primeiros raios de sol e eventualmente tomar um café na pastelaria do costume, mas tudo dentro do tempo estipulado porque é preciso deixar o jantar preparado para os homens da casa. E de vez em quando, além do jantar, um doce, para mimar quem mais gosto. Só porque sim. Sem datas para assinalar.
Esta receita é mais uma boa surpresa da Rachel Allen, que vi no 24 Kitchen. Um bolo simples e delicioso. Muito ao meu género! Este é um bolo sueco, a fazer lembrar a nossa Tarte de Amêndoa, mas muito fofo. Vale tanto a pena experimentar!

Ingredientes:
75 g de manteiga
150 g de farinha
3 ovos
150 g de açúcar
1,5 colher de chá de fermento
2 colheres de chá de essência de baunilha
3 colheres de sopa de leite

Cobertura:
50 g de manteiga
100 g de amêndoas
50 g de açúcar
2 colheres de chá de farinha
1 colher de chá de essência de baunilha
3 colheres de sopa de natas
Preparação:
Misture o açúcar com os ovos.
Bata na batedeira até obter um creme fofo.
Junte a farinha peneirada e o fermento. Envolva sem bater.
Junte a manteiga derretida, o leite e a baunilha. Envolva cuidadosamente.
Deite numa forma untada com manteiga e polvilhada com farinha.
Leve ao forno pré-aquecido a 180ºC, durante 30 minutos.

Numa frigideira, junte a manteiga, a baunilha e as natas. Deixe derreter a manteiga e até que o açúcar comece a ficar dourado.
Acrescente as amêndoas e a farinha.

Retire o bolo do forno e deite esta cobertura por cima, espalhando bem por toda a superfície.
Leve o bolo ao forno durante mais 15 minutos.



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