11/12/2017

Bacalhau com migas escondido em massa folhada

As cores não enganam ninguém, estamos em plena época natalícia!
Mas a verdade é que cá em casa, tal como na maior parte das casas portuguesas, não é preciso ser Natal para se comer bacalhau. Nós gostamos de manter a tradição e na Consoada fazemos o bacalhau cozido com batata e couve mas para quem não faz questão, esta sugestão é uma alternativa deliciosa, com uma apresentação mais engalanada!
Para mim o melhor bacalhau de todos é este, o Bacalhau da Islândia.

08/12/2017

Trufas de cacau e alfarroba {sem açúcar refinado}

Dizem que o Natal é das crianças. Concordo em parte mas se há quadra que eu também adoro é esta. Adoro estar com a família, adoro oferecer presentes, adoro ter a casa cheia e receber aquelas pessoas que só vejo nesta altura.

05/12/2017

Ganhe uma cozinha Hotpoint no valor de 1500 euros

Fui desafiada pela Hotpoint a escolher o meu perfil de sabor e partilhar uma receita relacionada com ele!
A Hotpoint realizou um estudo a nível europeu que revelou cinco perfis principais que refletem a forma como cada vez mais a preparação de alimentos e refeições é encarada como um momento de prazer e uma forma de autoexpressão. As escolhas que fazemos revelam muito do que somos, do respeito pela natureza, da crescente preocupação da origem dos produtos, das tradições e refletem o carinho e amor com que cozinhamos para os nossos familiares e amigos. Assim, a Hotpoint definiu 5 perfis de sabor: GULOSOS, TRADICIONALISTAS, SAUDÁVEIS, ORGANIZADOS e
EXPERIMENTALISTAS.

24/11/2017

Bochechas de porco de cebolada

Cada vez mais nos preocupamos com o que comemos, com a sua origem e forma como é produzido. Cá em casa consumimos principalmente frango que a minha mãe cria, que come sobras de comida, milho e passeia pelo quintal ao lado das galinhas poedeiras. Infelizmente deixou de criar o porquinho e a carne de porco que comemos tem que ser comprada. Temos um talho de confiança e é lá que normalmente compramos. 
No início do ano foi criado em Portugal um selo de qualidade Porco.PT que implica entre outras regras uma alimentação aos animais com um mínimo de 50% de cereais e condições de bem-estar nomeadamente "área de engorda útil no mínimo superior" às ditadas pelas normas europeias.

22/11/2017

Perna de porco estufada lentamente {na kcook multi da Kenwood}

Desde o verão que mora cá em casa o robot de cozinha da Kenwood, kcook multi. O que me fascinou foi o facto de ter um acessório que permite cortar ou ralar legumes, queijo ou chocolate ao mesmo tempo que cozinha mas principalmente, ter um adaptador que cozinha lenta. Eu que adoro fazer pratos de carne bem lentamente como o famoso Rabo de boi ou Chambão estufado com ervilhas. Adoro a textura macia com que a carne fica e a forma como se desfia e solta quando é confecionada assim, com tempo.

13/11/2017

A Solidariedade e uma Açorda de frango do campo com castanhas

Nas últimas semanas, perdi a conta aos abraços que dei e às lágrimas que soltei. Tenho conhecido pessoas maravilhosas, que ajudam e que me têm ajudado a ajudar quem perdeu tudo no maldito incêndio de 15 de outubro. É comovente ver a onda solidária que rapidamente chegou de vários pontos do país e não só. Na aldeia, aos poucos, o verde vai aparecendo para alegria dos pastores que se viram em grandes dificuldades nos dias [e semanas] seguintes à tragédia. Felizmente a nossa terra é muito fértil, já é possível ver as ovelhas nos campos a comer a erva que rebentou e devagarinho os pássaros vão regressando.

18/10/2017

Raivas {da cidade do meu coração}

Outono a cheirar a verão. Quando afinal os vestidos que já estavam arrumados voltam a sair do armário. E se calhar a cesta do piquenique ainda volta a ver a luz do dia. 
Hoje uma receita que me leva a um dos lugares do meu coração. Todos temos lugares desses, que passam a ser nossos, que nos fazem um sorriso na cara e nos trazem sempre lembranças boas. Aquele lugar que é sempre o primeiro na lista quando há datas especiais. Aquele lugar que ainda um dia vai ser nosso. O meu lugar especial é aquela cidade mágica que tem o encanto da Ria, a simplicidade e o bom coração das pessoas do mar e aquele vento indomável que eu adoro. Aveiro. E estas raivas, que podem não ser iguais às da Confeitaria Peixinho mas, que me aquecem o coração a acompanhar uma chávena de café bem forte. Sou mais de café do que de chá. E um café bem forte, sem açúcar, com estes biscoitos tão simples é sinónimo de felicidade.
Ingredientes:
2 ovos biológicos
250 g de farinha T55 + 50 g de farinha (se necessário)
70 g de manteiga, bem fria
100 g de açúcar
1/2  c. café de Flor de Sal do Algarve Vatel
1 c. chá de Bicarbonato Vatel
1 c. chá de canela em pó

Ligue o forno a 170ºC.
Numa taça, deite o açúcar e a manteiga cortada aos cubos. Bata numa batedeira até obter uma massa homogénea. 
Junte os ovos, um de cada vez. 
Por fim, junte a farinha peneirada com a canela, a Flor de Sal e o Bicarbonato Vatel. O Bicarbonato tem uma ação mais rápida que o fermento químico pelo que é preferível o seu uso em biscoitos e a Flor de Sal, bem... essa dá aquele toque especial em qualquer receita. Gosto sempre de uma pitada de sal nos doces, ficam mais saborosos.
Amasse tudo até obter uma massa moldável. Se for necessário, junte os 50 g de farinha. 
Enfarinhe as mãos e em cima de uma tábua, estique pequenos rolos de massa, o mais fino possível.
Pegue na massa e deixe cair no tabuleiro de forno, forrado com papel vegetal.
Leve os biscoitos a cozer durante 13 a 15 minutos. 
Deixe arrefecer em cima de uma rede antes de guardar numa caixa hermética.
Quando estava a fazer os biscoitos, começaram a vir-me à memória os presentes de Natal. É que estas Raivas são perfeitas porque duram bastante tempo, fechadas numa caixa ou saco hermético.


Este artigo foi desenvolvido com o apoio da Vatel.
Poderei ter recebido honorários e/ou produtos mas o conteúdo foi escrito por mim e contém apenas a minha opinião.
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